13 setembro 2006

The Walking Dead: Days Gone Bye

Argumento: Robert Kirkman
Desenho: Tony Moore


Depois de criar Invincible e uma vasta galeria de super-heróis e vilões nesse mesmo universo, Kirkman volta de novo com um excelente comic. Aliando o seu gosto por histórias de zombies e uma criatividade fora do normal, o autor consegue criar uma história de Horror combinada com supense e uma trama algo que original.
Podem pensar que a ideia de Zombies a caminharem atrás das únicas pessoas do mundo que ainda não foram contagiadas está demasiado gasta, mas Kirkman faz mais do que isso. Ele consegue dar personalidade a cada um dos personagens o que torna ainda mais real a aventura. Ele mostra como várias pessoas diferentes se tentam adaptar à situação e como convivem umas com as outras no dia-a-dia.
A história lê-se com grande rapidez, apesar de por vezes ter grandes diálogos, e foi isso que gostei no comic. Estava ler um página, mas já queria saber o que se passva na seguinte. Kirkman sabe prender o leitor e com a ajuda de Tony Moore, que tem um grande story-telling, torna The Walking Dead um sucesso imediato.

O traço de Tony Moore adequa-se perfeitamente à trama. Os tons de cinza, ao invés da cor, ficam a matar, pois conseguem trazer o aspecto dos filme mais tradicionais de zombies. Infelizmente, Tony Moore só desenhou o primeiro arco de histórias de The Walking Dead, mas mesmo assim concordo que deva haver um desenhador diferente para cada arco.
A Image Comics está a passar por uma óptima fase graças ao talentoso Robert Kirkman.

"Kirkman, por favor, vai para o Amazing Spider-Man..."

3 comentários:

  1. Dan Slott tem a prioridade no teias,sobre os Walking Dead,eu so li o primeiro no site da image e não me agradou.Achei muito fraquinho.

    Abracos
    Grimlock

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  2. Pois Grimlock. A leres só o primeiro número achas muito fraquinho porque sabe a pouquíssimo. Ah, Dan Slott também seria excelente. A mini do tocha Humana com o Spidey ficou bem bacana.

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  3. Li recentemente os 2 primeiros volumes e acho que esta série tem tudo para ser um clássico, daqueles que daqui a 20 ou 30 anos ainda vão ser lembrados. Desde que consiga manter o nível de qualidade até ao fim.

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