18 março 2006
14 março 2006
Novo Site de Ilustração

Existe um novo espaço livre para o desenho e esboço de tiras de BD. É um site internacional, mas feito em Portugal e o primeiro do seu género do mundo.Pode ser visitado em http://www.mainada.net/comics/. Aqui podem-se criar algumas tiras de bd, criando sketchs de humor, personagens e historias, etc.
Este site é inteiramente de uso livre para todos e sendo um produto portugues, era bom que crescesse e se desenvolvesse. Pensamos que tem muito potencial.
Permite a novos talentos que mostrem o seu trabalho a todo o mundo com ligação à Web.
Permite que esses talentos vejam o que outros estão a trabalhar nessa área. E, finalmente, a cibernautas comuns que disfrutem dessas tiras de comics.
O site ainda está em pleno desenvolvimento, por isso terá sempre pronto para novas features com o passar do tempo.
Já agora, desafiavamo-vos a registarem-se e a criarem a vossa própria banda desenhada.
13 março 2006
Lançamento da Skecthbook #2

Esteve tudo muito animado já que passou por lá uma banda de música rock, que pelos vistos era a "melhor" do Pinhal Novo. Também passaram por lá muitas crianças, pois mesmo ao lado situava-se um parque e haviam muitas actividades, como fazer foto-montagens em computadores que estavam disponíveis nalgumas bancas, jogos, etc. Tudo nas mini-barraquinhas que por lá se encontravam.
Na banca da Associação Juvenil- COI, estavam disponíveis a Skecthbook #1 e a Skecthbook #2. O nº 2 contava com duas capas, uma de Celine Lacomblez e a segunda de Daniel Henriques e de Rúben Anderson. Para os autógrafos estavam presentes Paula Cunha e Pedro Nogueira (vencedor do concurso de Jovens Talentos 2005), autores da primeira história deste número, "A Esfera de Tudo". Também presentes estavam Sérgio Xarepe, Andreia Rechena e Daniela Matos, autores da segunda história, "15 Cinderella". Claro que pedi autógrafos a todos e saí de lá com dois desenhos, um está à vista de todos, o de Pedro Nogueira e outro de Andreia Rechena (pode ser visto aqui).
Uma das capas pode ser vista aqui.
Também já li a edição. Continua a ser um pouco amadora, já que a edição visa a procurar novos talentos em Portugal. Gostei das histórias, principalmente da primeira por causa do desenho ter um estilo parecido ao do Mangá. A segunda história também está acima das expectativas. É uma adaptação de uma poema de Sérgio Xarepe.
11 março 2006
'One Year Later' já Chegou à DC!
Apenas um título ainda não entrou directamente no evento- Teen Titans! Este mês irão sair (uma já foi lançada) duas revistas desta série. Uma ainda a fazer parte de Infinite Crisis e a seguir (número #34) já com um pulo de 1 ano.
Aqui






Batman #651 / Detective Comics #817/ Action Comics #837/ Teen Titans #34/ Green Arrow #60/ Nightwing #118
08 março 2006
Estatuetas #2
Aqui está mais uma excelente estatueta (a nosso ver).

Esculpida por: Jonathan Matthews
Preço: 55$
Pintada em tons monocromáticos, esta estatueta representa as posições de Batman nesta mini-série.
A estatueta entra para as loja norte-americanas no dia 19 de Abril do presente ano.
04 março 2006
All*Girlz.ine!

O principal objectivo deste projecto é mostrar que, embora as produções sejam escassas a nível nacional, existem várias artistas portuguesas. Apesar de só o sexo feminino poder participar, alguns autores masculinos poderão participar apenas como argumentistas, coloristas, etc. ou seja, apenas trabalhos de suporte.
Quanto ao formato do 'zine, será praticamente igual ao formato americano (21x17) e aceitam-se à mesma outros formatos para os trabalhos enviados. A arte será a p/b , mas aceitam-se trabalhos coloridos pois serão reproduzidos em tons de cinza.
Pelas palavras do próprio Daniel Maia, o coordenador deste projecto, aqui ficam os regulamentos base da participação neste fanzine:
- Não existe limite mínimo nem máximo para propostas.
- Não existem limitações estilísticas ou técnicas (desde que reproduzíveis).
- Aceitam-se mais do que uma proposta por autora, ou por equipa criativa.
- Envios por correio devem conter reproduções – não pranchas originais.
- Envios por correio devem ser dirigidos a Apartado 1220, 2870 Montijo.
- Envios via internet devem ser dirigidos a danmaia1@gmail.com.
- Trabalhos propostos devem ter qualidade suficiente de reprodução.
- Digitalizações devem ter um mínimo de 300 dpis de qualidade.
- Uso de heterónimos deve ser mencionado junto com propostas.
Meninas, toca a trabalhar!

01 março 2006
O Novo Uniforme do Aranha

Volto a dizer que isto é um absurdo. Está bem, compreendo. Os americanos deliram com mudanças nos Super-Heróis. Está-se mesmo a ver, se o Batman vestisse as roupas do Rato Mickey, todo os público americano corria para as Comics Shops para comprar um exemplar da estreia do novo uniforme do Morcego. Todos estes acontecimentos na vida de Peter Parker são fruto das ideias mirabolantes de Joe Quesada. Mas também compreendo que um herói deve passar por mudanças para cativar novos leitores, mas este uniforme está mesmo mau. Podiam ter escolhido uma coisa mais decente.
Para uma personagem tão boa, que até é a minha preferida e que é uma das mais antigas, tenho a certeza de que se podia ter arranjado algo muito melhor.
Mais uma vez a Marvel baixou uns pontos na minha consideração...
Ah, já me esquecia de mencionar! As aranhas aprenderam a voar!
26 fevereiro 2006
Superman: For Tomorrow

Desenho: Jim Lee
Arte-Final: Scott Williams
Cor: Alex Sinclair
DC Comics
Apesar de não conhecer Azzarello tão bem como queria (este é o primeiro trabalho dele que leio) fiquei com muito boa impressão do seu talento. Este homem consegue criar aqui uma ideia muito bem estruturada de um dos precalços na vida do Azulão. A ideia de criar uma espécie dimensão paralela ao Planeta Terra também está bem conseguida. Aparentemente essa dimensão tem o nome de Smallvile (estou a ver no que isto deu...) e parece quem lá habita são... Bem, mais não digo. Quem quiser saber tudo pode sempre ler.

Na verdade, penso que estes foram os aspectos que eu achei mais interessntes quanto ao argumento.
No que toca ao desenho, parece que Jim Lee tem aqui umas das suas melhores prestações. O seu estilo muito "Super-Heróico" cativou-me desde o início. Pelo que li no final destes dois Hardcovers, Lee não estava muito contente com o Super-Homem que anteriormente tinha desenhado na saga 'Batman: Hush' (já editada em Portugal pela Devir, com o nome de 'Silêncio'). Os resulatdos estão à vista e pelos vistos, sairam bem.
O que mais realça os desenhos é a cor aplicada por Sinclair (já o tinha referido). Aproveito para dizer mais uma vez que é dos que melhor faz o seu trabalho. Mas tudo isso não seria possível sem a excelente arte-final de Williams.
Todos estes excelentes artistas contribuiram para o que hoje é uma das melhores sagas da DC Comics. Para quem ainda não a tem, é melhor começar a guardar alguns trocos para comprar.
7/10
25 fevereiro 2006
Adere a Esta (R)EVOLUÇÃO!
Lê este texto feito pelo Nuno Cunha, o criador do Ultra-Secreto e igualmente o criador desta iniciativa:
Um grupo de simpatizantes da Devir, apoiados pelo site Ultra-Secreto lança agora uma iniciativa inédita em Portugal. Trata-se de uma petição intitulada “(R)EVOLUÇÃO” que tem como principal objectivo evitar o cancelamento dos dois regulares Marvel por parte da Editora Devir.
Esta verdadeira revolução de fãs aposta numa reestruturação dos regulares e a aposta num novo formato conhecido como “Flip Magazine”. Cada regular teria assim 64 páginas mensais de banda desenhada Marvel e seria impresso num tamanho ligeiramente mais pequeno (o mesmo previsto pela Devir para o seu TPB) mas dividido por 2 títulos de 22 páginas cada, com artigos, entrevistas; e ainda um poster central. O primeiro regular apostaria nos títulos Homem-Aranha e Ultimate Homem-Aranha enquanto que o segundo regular seria composto pelos títulos X-Men e Wolverine.
Para quem ainda não conhece, o formato Flip Magazine apresenta duas capas diferentes. De um lado o leitor vê a capa de um título e a respectiva BD. Virando a revista ao contrário, o leitor depara-se com uma outra capa e uma outra história de banda desenhada. É como se fossem dois títulos num só. O preço de capa de cada regular neste formato especial deverá manter-se entre os 3€ e os 4,50€ por regular.
Para todos aqueles leitores que ficaram desiludidos com a intenção de cancelar os regulares surge agora esta oportunidade de demonstrar à editora que os fãs desejam os seus regulares de volta e estão dispostos a lutar por isso.Acreditamos que, se pelo menos 1000 leitores assinarem a nossa petição (500 para cada um dos títulos) e se esses 1000 demonstrarem que desejam seriamente comprar o seu regular reservando adiantadamente o primeiro número num ponto oficial Devir (pagando assim o seu regular), este será mesmo impresso pela Devir e os fãs vencerão esta cruzada. Lembramos a todos que esta será muito provavelmente a derradeira oportunidade de os fãs se manifestarem contra o final dos regulares Marvel!
Para saberem mais sobre esta petição consultem o nosso mini-site em http://www.ultra-secreto.com/revolucao.
(R)EVOLUCÃO!!!
Já sabes, agora é só visitares o mini site da (R)EVOLUÇÃO e assinares esta Petição. Uma iniciativa de louvar na BD em Portugal!!
24 fevereiro 2006
"Spider Man in Black"

Como podem ver ao lado, a imagem quase que parece uma montagem a preto e branco, mas na realidade não é. A Sony afirmou o mesmo e acrescentou ainda que se a observarmos melhor, veremos que é mesmo um uniforme negro.
Depois de confirmada a presença de Sandman (outro dos arqui-inimigos do Aranhiço) e de Gwen Stacy, só nos falta saber se Venom entrará ou não no Grande Ecrãn.
Spider Man 3 estreia no dia 4 de Maio de 2007 nos Estados-Unidos.
22 fevereiro 2006
Corrente na Blogosfera...

2- Sou totalmente aficcionado por BD (assim, este eco-sistema que é a ÁreaBD!, nunca teria nascido). Principalmente o que faço todos os meses é arranjar algumas gorjetas para comprar os meus queridos comics. Uns em portuga e outros importados, já que o material luso é escasso. Se me dissessem que provavelmente a BD iria acabar no mundo, eu é que provavelmente acabaria com o mundo.
3- A vida não é só ler. A música também é uma das coisas que mais me cativa. Ando quase sempre com um dispositivo com o nome de Mp3 e que, apesar de ser pequeno, transporta mais músicas do que eu transportaria sacos do Jumbo.
4- Voltando à BD e voltando àquele ponto das compras, há sempre coisas para ler. Sou um comprador nato e tenho sempre curiosidade em ler o que está a ser bem ou mal criticado. O que conta é a minha opinião e nem sempre a dos outros...
5- Por fim, acho sou um pouco cómico. Não sou daqueles que é pessimista e que pensa que o mundo vai acabar amanhã. Também gosto muito de escrever, mas esse é um assunto que por agora fica de parte.
Por agora é só. Aproveito e passo a corrente a outro amigos desta grande blogsofera:
18 fevereiro 2006
A Estreia da MangaLine Edições PT
Por outro lado temos uma coisa mais calma (penso eu) mas não longe de aventuras com monstros e coisas do género. A história passa-se numa escola (a Academia Fuuka) onde Yûichi Tate se matriculou recentemente. Pelos vistos, esta personagem irá descobrir que esta escola é atacada frequentemente por monstros chamados de Orphans. Para os combater, foi formada uma espécie de equipa especial formada por raparigas. Esta equipa tem o nome de HiME (daí vem o título...) e combate estes montros com armas especiais e elementos vários. Mas a base deste manga até nem está aí, mas sim na persongem principal que por acaso é um rapaz. Cada HiME tem o poder de criar, juntamente com outra pessoa, um Child, uma poderosa criatura que ajuda a derrotar os Orphans. É aí que entra Yûchi. Ele é a chave não de uma, mas sim de duas HiME, ou seja, permite duas transformações. As duas raprigas vão andar sempre à 'bulha' por causa deste rapaz e olhem que este é só principio dos seus problemas... Este série será bimestral, terá também cerca de 200 págs e tem 5 capítulos. O preço é de 7,50€.
Dois títulos destes não são nada maus para começar. Veremos se em Maio teremos mais alguma série para compensar a falta de My HiME (já que o título é bimestral). Por agora deixo-vos com as duas capas destas séries. apesar de terem a linguagem em espanhol o desenho da capa é o mesmo para Portugal. Estes dois Mangas serão oficialmente lançados por todo os país em Março.
Aproveito para desejar à MangaLine Edições uma longa vida e que publique muito bom material para a BD em Portugal continuar a crescer.


17 fevereiro 2006
Entrevista a Álvaro
Desde já agradecemos ao entrevistado pela sua disponibilidade e simpatia, que tornaram esta entrevista possível.

-Não me lembro. Deve ser nato. Em puto não me lembro de ter lido nada sem desenhos. Aliás, acho que o primeiro livro (sem ilustrações) que li sem ter sido obrigado foi já quando andava na faculdade. Aí desforrei-me.
2. Quais foram os teus primeiros passos nessa área?
-Desenhos obscenos nas carteiras da escola possivelmente. Tínhamos de ocupar o tempo. Chegámos a fazer uma bd tipo Cadáver Esquisito onde entravam uns professores... mas não a divulgámos muito.
3. Para além de fazeres BD, tens mais alguma ocupação?
-É mais ao contrário. Para além das minhas ocupações, na formação profissional, nas explicações e em algum projecto de Arquitectura que surja, também faço bd.
4. Segundo o que vimos aqui, estás a fazer uma BD que, a nosso ver, tem bastante potencial. O que pretendes fazer quando a acabares? Vais publicá-la?
-Tenciono publicar. Ou que a publiquem, mais precisamente. De início, quando tiver a bd concluída na mão, vou bater a umas portas e sondar as hipóteses. Depois, em função das respostas que obtiver, pensarei no plano B.5. Podes dar-nos alguns detalhes sobre este teu trabalho?
-Quando comecei a pensar no projecto, a ideia era ser uma bd simples, rápida de fazer, a preto e branco, de baixo custo e hilariante. O objectivo era e é captar público, vender alguma coisa, dois ou quatro mil exemplares, para ter algum retorno financeiro e abrir caminho a mais projectos na mesma linha, em registos diferentes e a outros autores também.
Acabou por se tornar na bd mais complexa que já fiz. Das iniciais duas personagens, às tantas tenho quatro num diálogo de surdos a seguirem monólogos cruzados em conflito aberto com os monólogos dos outros. Gerir isto, gerir o ritmo da historia, gerir os ritmos individuais, evitar repetições gratuitas, gerir as redundâncias, manter o ritmo, não deixar o andamento ir abaixo, não acelerar, manter as expectativas no final de cada página (pode ser que isto seja publicado num jornal ou numa revista), manter a coerência de cada personagem ao exceder os seus limites, arranjar tempo e espaço para desenhar, etc. tem sido um pouco complicado. Neste momento já finalizei a página 40. Falta passar a tinta as últimas vinte. Depois é só digitalizar, dar uns retoques e, muito possivelmente, refazer a letra. Espero encontrar editores que apostem nisto.
6. As ideias para alguns dos teus trabalhos surgem de algumas situações do dia-a-dia ou directamente da tua cabeça?
-Surgem directamente de situações do dia-a-dia que ficaram retidas na minha cabeça. É uma espécie de purga.
7. Em que é que te formaste? E em que ano?
-Licenciei-me em Arquitectura, pela FAUTL em 1993. Ainda vou exercendo a actividade.
8. Tens alguma ideia dos teus futuros trabalhos?
-Tenho algumas ideias. Umas são sequências directas do «Sexo, Mentiras e Fotocópias», outras não têm nada a ver.9. Na tua opinião, qual foi o melhor resultado que obtiveste numa obra tua?
-Este do Sexo, Mentiras e fotocópias e da bd que fiz para a exposição do Geraldes Lino no FIBDA de 2005 parodiando o Little Nemo (resultou bem). Também gostei do Marco e Daniel, do Xatoman e a do Arrastão que teve reacções interessantes no CentralComics. Mas esta das fotocópias está a dar mais luta.
10. Se pudesses escolher, que personagem de BD serias?
-Agora é que me lixaram. Sei lá. Uma daquelas personagem do Cosey que andam a vaguear pelo Tibete ou pelos Alpes à procura não-sei-do-quê... Um Garfield, não capado claro... Ou o Hulk, talvez... Às vezes apetece-me demolir umas coisas.11. Do que leste de BD até agora, do que é que mais gostaste?
-Gostei do Quotidiano Delirante do Prado, do Corto Maltese na Sibéria, do Hulk x Wolverine do Sam Kieth, do Arzach do Moebius, do Peter Pan do Loisel... O que ando a gostar bastante de momento é da série Spaghetti Brothers do Trillo e do Mandrafina que anda a ser publicada a cores pela Vents d’Ouest. É uma moca.
12. O que achas do governo?
-Acho que os membros do actual governo podiam ser um pouco mais discretos nas suas intenções. E nos seus actos, já agora. Só por uma questão de pudor. Mas não adianta a gente queixar-se muito. Quando esses saírem, os seus lugares serão prontamente ocupados por outros idênticos com tem acontecido pelo menos nas últimas décadas.
Os políticos são um bom reflexo do país que os elegeu. É necessário começar pelos putos, bem cedo, mesmo antes de aprenderem a ler, explicar-lhes que o saque sistemático àqueles que ganham menos irá a médio prazo aumentar a diferença entre as classes económicas, criar mais criminalidade e aumentar o risco de um dia não poderem movimentar-se sem escolta militar.
13. Por fim, o que achas do panorama actual da BD em Portugal?
-Profissionais precisam-se! Mas antes disso convinha que os amadores que por aí andam tivessem mais oportunidades para publicar e que fossem pagos razoavelmente para continuarem nisto e um dia passarem a viver desta actividade. Para se fazer um trabalho em condições é necessária muita prática e experiência. Se não somos publicados, se o traço não evolui ao nível do dos funcionários da indústria dos mangás ou dos super-heróis, não podem vir depois rotular a inexperiência ou o desencanto por preguiça.

Os Novos Projectos de Grant Morrison

Agora, quanto ao trabalho propriamente dito, o argumentista adiantou que já escreveu o enredo de 15 histórias para a série (!). Segundo o próprio, a primeira edição onde irá colaborar irá ter o título de 'Batman e Filho' e será uma espécie d

Fugindo um bocado do assunto, já sabe que Grant concluiu o argumento de umas das próximas adapatações de BD's para o cinema- WE3 (esta publicação está nos planos da Devir para este ano). Foram acrescentadas algumas cenas que não podiam ser introduzidas no próprio comic, por questões de espaço. Ainda não li esta piblicação, mas parece ser muito boa pelas críticas que são feitas. Foi originalmente editada pela DC Comics no selo Vertigo.
Por fim, temos aqui uma dupla que certamente fará um trabalho espectacular- Grant Morrison e Jim Lee. Estes dois sujeitos irão ser a nova equipa criativa da série Wild C.A.T.S. Este novo arco será uma espécie de One Year Later (o próximo evento da DC) mas em vez de um ano, a série irá dar um pulo gigante de 5 anos. A ser editado pela WildStorm.
Bem, mais seria difícil para um só homem, mesmo sendo um grande escritor que ele é.
16 fevereiro 2006
BD Jornal #10 já nas Bancas

"Em mês de balanços, é de balanços que se fala neste número do jornal da Banda Desenhada.
Começando pelo balanço de um editor (José de Freitas, da Devir), seguindo-se um livreiro de uma livraria especializada (Mário Freitas, da Kingpin of Comics) e uma perspectiva do que se passou em França.
De seguida, os prémios do Festival de Angoulême, matéria esta complementada com um pequeno texto de Pedro Cleto, Angoulême – Histórias portuguesas. Depois fala-se de Kotobuki Shiriagari, a revelação do Festival de Angoulême deste ano. Pedro Cleto escreve sobre o livro Zatoichi, de Hiroshi Hirat e João Miguel Lameiras dá-nos a conhecer Jiro Taniguchi.
Osinvito – Divulgação Turística em banda desenhada, é uma nova abordagem, por Pedro Cleto, de um jornal já divulgado no nº 7 do BDjornal. Depois Sara Figueiredo Costa fala-nos da colecção da Bedeteca de Lisboa, Lx Comics – da revista quase futurista, à máquina de atormentar leitores incolores e Nuno Franco introduz-nos no Movimento underground na banda desenhada – Revolução Subterrânea, a concluir no próximo número.
Sara Figueiredo Costa escreve sobre a exposição do Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem da Amadora (CNBDI), de que é Comissária, BD Infantil Portuguesa – em traços miúdos.
Pedro Alves explica ao público em geral porque não se deve comprar o BDjornal. E apresentamos nas centrais duas pranchas de Ruben Lopez, autor que vai ocupar o destacável central nas próximas duas edições deste jornal.
É também tempo de uma nova série da 5ª Pedagógica, de Miguel Montenegro que aqui se inicia.
José Carlos Francisco e Júlio Schneider falam de Júlia Kendall, uma série da Editora Mythos lançada há pouco em Portugal e João Pedro Rosa, com Pedro Oliveira, entrevistam José Carlos Fernandes. Prosseguimos com outra entrevista, esta de Hugo Jesus a Esgar Acelerado.
Paulo Guinote escreve Memórias de um Bedéfilo Suburbano e Pedro Cleto, nos seus já habituais apontamentos sobre Coleccionismo e Selos & Quadradinhos.
De seguida há muita matéria, de divulgação de livros e publicações várias, críticas, concursos, eventos, etc…
Claro Botelho finaliza com a nova actividade da Virgin – a Virgin Comics, da Índia para o mercado global.
Num destacável especial (cuja edição terá de ser repetida no próximo número do BDjornal devido a um erro da Gráfica, que desformatou o texto, tornando-o ilegível no seu todo), apresenta-se um resumo do Dossier sobre a BD em Portugal em 2005, que a Bedeteca de Lisboa costuma publicar no seu site todos os anos desde 2001, este ano com ilustrações de Pedro Zamith e que ilustram a primeira página do jornal."
13 fevereiro 2006
Garfield Sem Pensamentos?



12 fevereiro 2006
Janeiro em Terror
De seguida, fiquei um pouco confuso com este terceiro lançamento. A avaliar por esta notícia, e também pelo comentário do próprio autor, o lançamento de Talismã, uma BD da autoria de dois portugueses, foi adiado. Era para se realizar na Livraria Almedina, no Atrium Saldanha com a presença dos autores Manuel Morgado e Filipe Faria. Apenas a será mudada a data, pois o local será o mesmo.
Sem mais demoras ficam aqui os resumos deste três títulos:

Steve Niles e Ben Templesmith
Nº de págs.: 144
Preço: 14€
30 Dias de Noite é um dos contos de maior sucesso dos nossos dias, tendo já originado uma segunda tiragem em trade paperback, uma futura adaptação para o grande ecrã, e furor entre os milhares de fãs que ansiavam por uma história de terror inovadora. Agora, a mesma equipa criativa revisita Barrow, no Alaska, a cidade onde tudo começou. Mais uma vez, a longa e sombria noite volta a estender-se sobre a tundra.
Algumas coisas podem ter mudado, mas o terror permanece…